"Descobrimos a felicidade, o caminho que ela conduz, encontramos a saída após milhares de anos de labirinto. E quem, além de nós, a encontrou? O homem moderno talvez? "Eu não sei sair nem entrar, sou tudo aquilo que não sabe sair nem entrar" suspira o homem moderno... E é dessa modernidade que padecemos - da paz apodrecida, do compromisso covarde, de toda a virtuosa imundice do moderno sim e não" ( O Anticristo)
As casas baixas, as pessoas pobres, e ricas de alma, e o sol da tarde, imaginai o que era o sol da tarde sobre a nossa fragilidade.
3 comentários:
Inspirador, Nane!
Eu imagino o sol da tarde sobre a nossa fragilidade...
Parece que se fortalece, como o barro.
Beijão!
;-)
Vem me assistir nessa quarta, Nane!
Passa no Velho pra saber mais!
Beijão!
;-)
Fragilidade no campo do conhecimento convencional.
Altividade nos ensinamentos do dia-vida.
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